Senta-se na cama para derpertar-se e percebe que o ambiente está muito silencioso.
Bem vindos!!!!!!!
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Esperando...
Senta-se na cama para derpertar-se e percebe que o ambiente está muito silencioso.
sábado, 17 de outubro de 2009
Utopia...
Em busca da liberdade o homem lutou.
Lutou tanto até que teve liberdade
Mas quando essa, ele já tinha conseguido,
Ele então não percebeu.
Não percebeu, pois já tinha lutado tanto
Que já não lembrava o porquê lutava.
Mesmo com a liberdade
O homem se sentia preso.
E lutava, e lutava e lutava
Até perceber que não teria mais...
"LIBERDADE".
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Penso logo...
Levanta aí que você tem muito protesto pra fazer e muita greve
Você pode e você deve, pode crer
Não adianta olhar pro chão, virar a cara pra não ver
Se liga aí que te botaram numa cruz e só porque Jesus sofreu
Num quer dizer que você tenha que sofrer
Rindo da própria tragédia?
Até quando você vai ficar usando rédea
Pobre, rico ou classe média?
Até quando você vai levar cascudo mudo?
Muda, muda essa postura
Até quando você vai ficando mudo?
Muda que o medo é um modo de fazer censura
Até quando você vai levando porrada, porrada?
Até quando vai ficar sem fazer nada?
Até quando você vai levando porrada, porrada?
Até quando vai ser saco de pancada?
Seu filho sem escola, seu velho tá sem dente
Você tenta ser contente, não vê que é revoltante
Você tá sem emprego e sua filha tá gestante
Você se faz de surdo, não vê que é absurdo
Você que é inocente foi preso em flagrante
É tudo flagrante
É tudo flagrante
Falou que era bandido, chamou de traficante
A justiça prendeu o pé-rapado
Soltou o deputado e absolveu os PM's de Vigário
Lei do silêncio, lei do mais fraco:
Ou aceita ser um saco de pancada ou vai pro saco
Na frente da TV, que é pra te entreter
Que pra você não ver que programado é você
O cara me pede diploma, num tenho diploma, num pude estudar
E querem que eu seja educado, que eu ande arrumado que eu saiba falar
Aquilo que o mundo me pede não é o que o mundo me dá
Acordo bem cedo, não tenho sossego nem tempo pra raciocinar
Não peço arrego mas na hora que chego só fico no mesmo lugar
Brinquedo que o filho me pede num tenho dinheiro pra dar
Favela, cadeia
Sem terra, enterra
Sem renda, se renda. Não, não
A gente muda o mundo na mudança da mente
E quando a mente muda a gente anda pra frente
E quando a gente manda ninguém manda na gente
Na mudança de postura a gente fica mais seguro
Na mudança do presente a gente molda o futuro
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Nega Flor

Pessoal, esta noite estou meio inspirado, e por isso resolvi compartilhar essas duas poesias. Na verdade um poema é meu o "Flor Mulher" e o outro é uma fuzão da poesia "Ai se sêsse" de Zé da Luz e do soneto "Pálida à luz" de Álvares de Azevedo. Espero que gostem e comentem.
Flor Mulher
Tocou meus sentidos intensamente
Senti seu cheiro, seu gosto meio azedo
Seu calor e seu desejo.
Em sua intimidade eu estava alucianado
Não sabia o que fazer
Nem o porque merecer
Nessa vida ser tão amado.
Essa mulher é encantadora
Delicada e sedutora
Muito difícil de conquistar
Mas estou ao teu lado
E só por este fato
Nada mais tenho a falar.
Jackson Rodrigues Caetano
em 10 de setembro de 2009
Devaneios
Não te rias de mim, meu anjo lindo!
Por ti - as noites eu velei chorando,
Por ti - nos sonhos morrerei sorrindo!
Se um dia nós se gostasse
Se um dia nós se queresse
Se nós dois se empareasse
E se juntim nós dois vivesse
Se juntim nós dois morasse
Se juntim nós dois drumisse
Se juntim nós dois morresse
Se juntim nós dois morresse
Se pro céu nós assubisse
Mas porém acontecesse
De São Pedro não abrisse a porta do céu
E fosse te dizer qualquer tulice
E se eu me arriminasse
E tu com eu insistisse,
Pra que eu me arresolvesse
E a minha faca puxasse
E o bucho do céu furasse
E o bucho do céu furasse
Talvez que nós dois ficasse
Talvez que nós dois caisse
E o céu furado arriasse e as virgens todas fugissem
Não te rias de mim, meu anjo lindo!
Por ti - as noites eu velei chorando,
Por ti - nos sonhos morrerei sorrindo!
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Retornando das férias vituais
E eu pareço estagnado
As pessoas parecem não perceber,
Mas o tempo está voando.
As flores aparecem,
Os frutos amadurecem
E muitos não percebem,
Pois o tempo está voando.
Jackson Rodrigues Caetano
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Sobre pensamentos....
Acabo de ler o livro “Muito longe de casa: Memórias de um menino soldado” e de assistir o filme “Hotel Ruanda” pela quarta vez. E após a leitura e do filme, me questiono o porquê até hoje não se faz nada para mudar essa realidade tão latente na África, Brasil, Iraque e tantos outros países que têm conflitos, por motivos diversos (falta de educação, dinheiro, respeito ao próximo são alguns dos fatores que nos levam a esta zona de desconforto, e por que não dizer “caos”). Por que assistimos todos os dias às pessoas sendo mortas e não fazemos nada? Quem está vendo as atrocidades que existem na esquina? E de quem será a culpa?
O livro de Ishmaes Beah que me trouxe muita indignação, revela um pouco do drama que é uma criança além de perder seus familiares, ser induzida a matar outros semelhantes. Mostra o sofrimento dos pais e das mães brasileiras que perdem seus filhos na guerra urbana do tráfico de drogas. Mostra que essas pessoas que são assassinadas também são pais e filhos de alguém que se preocupa com eles, mas que não damos conta por não ser nada nosso.
E quando for com os nossos? Sairemos correndo como fez o jovem Ishmael? Perderemos nossas famílias? Não quero incentivar que façamos algo que tenha resultados paliativos, mas que ataquemos de fato a raiz do problema, a sua origem. Que sejamos radicais nessa causa. Pois não dá para ficar vendo toda essa "desgraça" acontecendo e não se mobilizar para transformar tudo isso. Quando vemos as mortes que ocorrem em outros lugares nos dizemos “lá tem guerra”, “olha como aquilo é horrível, nem posso ver”. Nesse momento é que esquecemos que do outro lado do bairro, ou na outra quadra, talvez na rua de trás, alguém morreu numa guerra que não nos damos conta e que acreditamos não existir. Somo livres! E livre é o estado de direito de gozar de tudo o que lhe convêm. Melhor livre é uma palavra que sabemos o que é, mas não sabemos descrever. Mas somos livres... Tomamos cerveja no fim-de-semana, compramos a comida de nossas casas, não damos atenção aos nossos filhos e nos matamos de trabalhar para poder sermos “livres”! Somo sim... podemos até não poder mais sair a noite, pois as a violência está ditando o que temos que fazer, mas temos a liberdade. Liberdade para dizer que somo livres, liberdade para dar a liberdade a outra pessoa. Liberdade para condenar a vizinha que fala demais e até mesmo para falar mal dos preços altos e continuar dizendo que tudo está um caos. Porém nesse caos o que ninguém consegue nos tirar e a nossa “liberdade”, mesmo que depois não possamos nem se quer sair de casa, mas essa ninguém poderá tirar.
Tentado dizer o por que nada é feito para mudar essa realidade colocarei alguns pontos:
Dinheiro;
Vontade;
Benefício para os governantes;
Morte dos pobres.
terça-feira, 29 de abril de 2008
Quem manda em quê?
Jackson Caetano
terça-feira, 1 de abril de 2008
Se me permitem..
segunda-feira, 31 de março de 2008
Desabafo de indignação
“... Oh! Bendito os que semeiam livros,
Livros a mão cheia e manda o povo pensar,
O livro caindo n’álma é germe que faz a palma
É chuva que faz o mar...” (Fragmento de o livro e a América escrito por C astro Alves)
E esse verso não representa apenas a singularidade da necessidade de ler, mas sim a importância de se ter espaços de construção de conhecimentos e troca de aprendizados.
Digo que as bibliotecas comunitárias, surgem com esse intuito e tendem a suprir essa demanda que o estado não está dando conta. Direi que bibliotecas não são apenas para se fazer consultas, mas sim para se trocar momentos, aprender a viver e construir um futuro. Eu Jackson Caetano, dono desse “blogger” sou uma testemunha do quanto esses espaços influenciam as nossas vidas. Não apenas na escrita, mas sim na forma de ver o mundo. E percebo que é muito difícil colocar o peso entre o que o setor público supre e as nossas reais necessidades.
Por que somos negados de nossa cultura? Essa é uma pergunta que não espero ser respondido nesse blogger, mas em outros espaços. Gostaria que pessoas do setor público pudessem ver esse texto e se perguntar o que fazem para atender as demandas da população. Quero deixar bem nítido que esse não é um texto meramente de quem quer ter respostas, mas sim de uma pessoa que está extremamente indignada com o cenário atual. Onde temos concentração em todos os âmbitos, onde o estado se diz apoiador de cultura e se coloca muitas vezes como promotor. Onde o mesmo não ajuda a pequenos grupos culturais, mas manda milhões para grupos renomados. Quero muito denunciar essas práticas e tentar reverter essa situação. Não agüentarei mais viver nessa desigualdade, e esse tema está muito batido em meu blogger. Poderia até batizá-lo de “blogger do desigual”, pois só falo sobre isso. E de quem é a culpa? Sempre criticaremos a gestão anterior Jaques Wagner? E então João Henrique? Cadê a cultura Gilberto Gil?
Por fim, peço que façam esse texto chegar ao maior número de pessoas possível, não por registrar apenas indignações, mas principalmente por trazer questionamentos que até hoje não nos foram devidamente respondidos.
Saudações,
Jackson Caetano



